sábado, 14 de novembro de 2015

FÓRUM SUL MINEIRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL: PARTICIPAÇÃO SOCIAL DESDE 1999

O Fórum Sul Mineiro de Educação Infantil é um espaço suprapartidário articulado por diversas instituições, órgãos e entidades comprometidas com a expansão e melhoria da Educação Infantil no Sul de Minas Gerais.
Tem como objetivo principal a criação de uma instância de discussão, mobilização e divulgação das políticas para a Educação Infantil tem caráter mobilizador, informativo e propositivo, garantindo o amplo e permanente debate democrático de ideias.


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

LÚDICO, GÊNERO E SEXUALIDADE: A EXPERIÊNCIA DO PIBID PEDAGOGIA DA UFLA

"Lúdico, gênero e sexualidade: a experiência do Pibid Pedagogia da Ufla”, vídeo apresentado no VII Congresso Paulista de Educação Infantil e III Simpósio Internacional de Educação Infantil, 4 a 7 de novembro de 2015 na UFSCar – São Carlos/ SP, pelas integrantes do Pibid Pedagogia Ufla Juliana Graziella Martins Guimarães e Priscila Natalícia Bernardo.
O vídeo aborda e problematiza as questões de gênero e sexualidade presentes nas atividades lúdicas trabalhadas e observadas nas oficinas do Pibid realizadas em um CMEI da cidade de Lavras – MG.




sábado, 7 de novembro de 2015

SUGESTÕES DE LEITURAS PARA O TRABALHO COM AS QUESTÕES DE GÊNERO, DIVERSIDADE SEXUAL, DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS E VIOLÊNCIAS SEXUAIS CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

A literatura voltada para a criança e adolescentes deve ter uma linguagem adequada para atender a este público, fazendo com que estimule o prazer em ler, proporcionando ainda o enriquecimento de seus conhecimentos e a capacidade de fazerem as suas própria leituras de mundo, servindo também como puro deleite, entretenimento e prazer, promovendo ainda a  imaginação e a abstração.  
Assim sendo não deve ser algo simplista, que não tenha significado nenhum para o/a leitor/a subestimando sua capacidade intelectual, deve se afastar ainda do tom moralizador, pois desta forma poderá causar desprezo e repulsa da criança ou adolescente pela leitura da obra, enquanto o real objetivo da leitura deve ser de agradar ao mais variados gostos e capacidades intelectuais das crianças e adolescentes.
Assim sendo a/a educador/a pode e deve abordar e problematizar através de leituras, com conteúdos e assuntos adequados as questões de gênero, diversidade sexual, direitos sexuais e reprodutivos e violências sexuais contra crianças e adolescentes, para isso seguem algumas sugestões de leituras que podem ser utilizadas em sala na abordagem e trabalho com essas temáticas.

Referência
OLIVEIRA, Ana Arlina de; SPINDOLA, Arilma de Almeida. Linguagem na Educação Infantil III. Literatura Infantil. Cuiabá: Edufmt, 2008. 

     











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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: Reflexões sobre o GDE – Carolina Faria Alvarenga; Cláudia Maria Ribeiro; Celso Vallin (Organização)

http://pt.slideshare.net/pibidpedagogiaufla/educao-e-diversidade-reflexes-sobre-o-gde-carolina-faria-alvarenga-cludia-maria-ribeiro-celso-vallin-organizao
Chuvas... nuvens... bolas de sabão... espumas – a água reveste-se de formas indefinidas. Relacionar, portanto, essa indefinição com gênero e sexualidades não é difícil; masculinidades e feminilidades e as infinitas formas de se ter prazer navegam pela negação de rótulos, de fixidez, de normatização, de normalização, de serialização, de classificação embora, contraditoriamente, os muitos discursos insistem em mantê-los. A proposta é encharcar-se da simbologia das espumas inspirando-se no quadro de Alyssa Monks.
O banho dessas crianças desafia pensar na articulação de imaginário, gênero e sexualidade: o imaginário é como a água que se infiltra nas estruturas mais compactas e rígidas – sociais, políticas, econômicas, culturais, históricas, pedagógicas –deixando sua marca, que pode ser da mais discreta às mais penetrantes.
Essa é a provocação para que na Educação para a Sexualidades e Gênero borbulhe leveza e profundidade; ética e estética! Imprimir o imaginário nas letras das sexualidades e das relações de gênero faz-nos inventariar seus recursos e, a partir deles, debater, pensar, admirar, indignar, gozar com as possibilidades de construir novas formas de ser em grupo mais respeitosas às diferenças – com ludicidade! Como um banho com espumas de sabão! Esse tem sido o desafio para o GDE!
Cláudia Maria Ribeiro

COMO EXPLICAR A UMA CRIANÇA QUAIS AS PARTES DO CORPO QUE NÃO DEVEM SER TOCADAS POR OUTRAS PESSOAS?

A regra “Aqui ninguém toca” foi criada pelo Conselho da Europa para ajudar os pais e os educadores a falar sobre o abuso sexual de crianças e pode ser uma ferramenta muito eficaz para prevenir este tipo de crime.
Trata-se de um guia simples de ajuda aos pais na explicação a dar aos seus filhos sobre as partes do corpo que não devem ser tocadas por outras pessoas, como reagir se isso acontecer e onde procurar ajuda.
Mas em que consiste a regra do “Aqui ninguém toca”?
É simples: uma criança não se deve deixar tocar nas partes do corpo normalmente cobertas pela roupa interior assim como não o deve fazer aos outros.
As crianças são as donas do seu corpo e existem segredos bons e maus, assim como contatos físicos bons
e maus.

ENSINE AS REGRAS “AQUI MINGUEM TOCA” AOS SEUS FILHOS.
http://www.underwearrule.org/source/PT/text_pt.pdf
Utilize este livro para lhes explicar de forma simples que "Aqui ninguém toca". Clique na imagem!

Para mais informações, consulte o site: ENSINE AS REGRAS “AQUI NINGUÉM TOCA” AOS SEUS FILHOS.