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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA PIBID PEDAGOGIA UFLA E ESCOLA MUNICIPAL UMBELINA AZEVEDO AVELLAR



O PIBID Pedagogia UFLA – Gênero e Sexualidade, juntamente com a Escola Municipal Umbelina Azevedo Avelar convidam para a exposição fotográfica que será realizada no dia 05 de dezembro a partir das 9 horas na E.M.U.A.A., localizada à Rua João Pereira de Carvalho, 260 - Vale do Sol, Lavras – MG.
Contamos com a presença de todos e todas.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

JORNAL BORBULHANDO – OUTUBRO - 2015

http://pt.slideshare.net/pibidpedagogiaufla/jornal-borbulhando-outubro-2015?related=1 

 Para acessar e baixar o informativo  clique na imagem ou no link: 






JORNAL BORBULHANDO – SETEMBRO – 2015

 
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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

I MOSTRA CULTURAL 18 DE MAIO – PERCEPÇÕES ACERCA DO CAMINHO PERCORRIDO

Claudinéia  da C. Ferreira de  A. Malta 
Wanessa Nogueira de Abreu

A Mostra Cultural para marcar o enfrentamento às violências sexuais contra crianças e adolescentes aconteceu em Lavras no dia 29 de maio no salão de convenções da UFLA. Amostra foi pensada para fortalecer os movimentos de luta contra tais brutalidades integrando as ações do Projeto Borbulhando enfrentamentos às violências sexuais nas infâncias no Sul de Minas Gerais. A partir dela foi idealizada a Mostra Itinerante com o objetivo de problematizar o tema e levar informações e os resultados do evento às pessoas dos municípios participantes.      
Vencedores\as que não estavam presentes no dia do evento foram premiados na sua própria sala de aula onde as leituras das poesias foram feitas por toda a turma. Neste momento também eram passados slides com as premiações em suas três categorias e as pessoas também puderam manusear a cópia dos trabalhos. O percurso foi marcado por relatos sofridos de todos que numa tentativa de aliviar a consciência traziam à tona denúncias que há muito estavam trancadas na alma. A população das cidades pequenas enfrentam o dilema de discar o número 100 e cair direto na PM o que dificulta as denúncias pelo fato de terem que se identificar traz o medo de enfrentar represálias. 
Informamos criteriosamente que as denúncias podem ser feitas anonimamente numa cidade maior por exemplo, mas esclarecemos que em hipótese alguma o crime deve ficar encoberto. Explicamos que sempre existiram tais violências e que o que as faz serem enfrentadas é a coragem que alguém tem de ligar e delatar o criminoso. O impressionante é que todas as escolas por onde passamos tinham histórias tristes para contar. A questão que mais me inquietou foi o fato da história se repetir muitas vezes com a negligência da família, dos\as profissionais da educação e principalmente da própria mãe. 
A Mostra Itinerante foi como uma porta que se abre a novas possibilidades, com ela levamos a Cartilha Todos Contra a pedofilia e o Guia Escolar contendo informações valiosas acerca desses crimes, da vítima e como agem os criminosos. Todo o material foi muito bem explorado por todas as instituições onde passamos, e aproveitamos para divulgar nossos blogs PIBID e Borbulhando Estabelecemos vínculos de amizade e firmamos parcerias para pleitear outras Mostras.
Dessa maneira a Mostra Itinerante cumpriu seu objetivo de problematizar a questão das violências e foi além trazendo a conscientização da população acerca dos perigos que rondam nossas crianças e adolescentes.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

PROGRAMA RODA DE CONVERSA DISCUTE A EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS COM A PARTICIPAÇÃO DA PROFESSORA CLÁUDIA MARIA RIBEIRO

Professora Cláudia Ribeiro, durante entrevista no programa Roda de Conversa

Como abordar a sexualidade nas diversas etapas da educação? Quando a escola deve começar a trabalhar o tema? Existem assuntos e abordagens prioritárias? Estes e outros questionamentos estiveram em debate no programa ‘Roda de Conversa’, veiculado no dia 10 de janeiro de 2015, na Rede Minas. Para debater a temática da sexualidade, o programa contou com a participação da professora da Universidade Federal de Lavras, Cláudia Maria Ribeiro; a educadora sexual e diretora do Instituto Kaplan, em São Paulo, Maria Helena Vilela; e a presidente da Associação Mineira da Adolescência, Eliana Olímpio.
A falta de preparo da escola para discutir a sexualidade com os alunos é um dos problemas apontados no programa. Para a professora Cláudia Maria Ribeiro, muitas vezes, o que falta é o preparo dos educadores para as discussões do tema. Segundo ela, essa preparação deve começa na formação dos profissionais. “Um processo de formação inicial nas graduações e, fundamentalmente, nas licenciaturas, mas também na formação continuada de educadores e educadoras que vão discutir e vão saber o porquê de estar trabalhando com esse tema, desse jeito, com uma metodologia específica”, avalia a professora.
O programa ‘Roda de Conversa’ é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Educação idealizado pela Magistra – Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais e em parceria com a Assessoria de Comunicação Social.

Fonte: ASCON - UFLA (Assessoria de Comunicação – UFLA). Publicado por Cibele Aguiar em 26 de janeiro de 2015. 
Disponível em: <http://www.ufla.br/ascom/2015/01/26/ufla-na-midia-roda-de-conversa-entrevistou-professora-da-ufla-sobre-educacao-sexual/> Acesso em: 01 de fevereiro de 2015.





quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

REUNIÃO NA ESCOLA MUNICIPAL UMBELINA AZEVEDO AVELLAR - 4/12/2014

Giane Maria Costa Pereira
Natany Avelar Silva
          A reunião foi um sucesso! Iniciou com a palavra da diretora, sobre a importância do trabalho dos professores e a apresentação Profa. Cláudia.
          Em seguida, a Profa. Cláudia falou sobre o trabalho com gênero e sexualidade, expressou-se muito bem e envolveu os ouvintes com os depoimentos.
         Natany e Giane falaram sobre as atividades do PIBID. A Giane iniciou contando sua experiência e as oficinas realizadas do 6º ao 9º ano e  Natany relatou as atividades realizadas como 1º ano destacando os novos olhares que o tema  propicia e as inúmeras formas de desenvolvê-lo em sala de aula.
         Após os depoimentos a Profa. Cláudia mostrou o livro "Tecendo" e perguntou quem já conhecia e alguns professores disseram conhecer. Enfatizamos que a leitura do livro é prazerosa e os professores aceitaram o convite para a leitura e confecção de  uma síntese em grupo recebendo um certificado de 40 horas, ao final do capacitação.
         Finalizamos a reunião debaixo de uma chuva tremenda, o que impossibilitou nossa saída de imediato e ficamos em um leve bate-papo, onde a Cláudia e a Tatinha fizeram relatos maravilhosos, seguidos por falas interessantíssimas de experiências pessoais de alguns professores.


TRAVESSIAS EM EDUCAÇÃO E SAÚDE: EXPERIÊNCIAS EM GÊNERO E SEXUALIDADES – Dissertação de mestrado da discente do PPGE Luciene Aparecida Silva

Por: Melissa Cristiane Pereira
A mestranda Luciene apresentou sua dissertação ao Programa de Pós-graduação em educação do Departamento de Educação da UFLA. A discente do PPGE, sob a orientação da Profa. Dra. Cláudia Maria Ribeiro problematizou experiências vividas em uma instituição manicomial do interior de Minas Gerais focando nos processos educativos dessa instituição. Apresenta as oficinas terapêuticas como os referidos processos educativos e como experiências e que tais processos nos tocam e provocam mudanças.
As narrativas de sua dissertação discutem as oficinas de músicas, desenhos, poemas, poesias realizadas. Estas eram vistas pelos “usuários” como espaço de liberdade onde os textos evidenciavam o gosto pelas poesias e admiração pela escola e pela educação. Foram desenvolvidas também peças de teatro como O Alienista e o Casamento do Jeca. Os processos educativos contemplaram também a produção de: Blog de parede, Oficinas, Livro a partir de poemas desencadeados com a leitura da obra de Cora Coralina, Cd contendo as músicas que marcaram a vida desses usuários. Essas narrativas viraram poemas que contavam suas histórias, pelos rótulos, pela discriminação pois as palavras do louco não são, muitas vezes, ouvidas.
Destaco do trabalho da Luciene trechos que chamaram minha atenção como:
  • Pensar gênero junto com a loucura;
  • Ser diferente não significa capacidade de exclusão;
  • Há uma possibilidade no poder na capacidade de se produzir sujeitos;
  • Como encaramos as diferenças hoje e como estamos excluindo os loucos de hoje?
  • Oficinas gêneros sexualidades e liberdade;
  • Racismo de estado - inimigos de estado;
  • Que padronização das sexualidades são estas hetero é normal e homo é anormal;
  • Convite para analisar os dispositivos – E que o dispositivo é um conjunto heterogêneo;
  • Escolinha como uma escola diferente (os usuários viam aquele momento como um momento de estar na escola e de ser uma escola diferente, pois eles desejavam estar na escola e não tiveram a oportunidade);
  • Foucault produz o conceito de espaços heterotópicos;
  • Heterotopia;
  • Discussão como ser mulher (A mulher é vista como uma super heroína onde precisa dar conta de ser mãe, trabalhar, lavar, passar, cozinhar, etc);

Além de emocionante foi muito gratificante fazer parte da defesa da Luciene; valeu como experiência e aprendizado; percebi que um trabalho do porte do dela foi feito a muitas mãos e que nós como alunos e alunas não estamos sozinhos.
Duas coisas eu levo desta experiência:
Que precisamos muitas vezes desaprender para aprender e que estamos numa travessia onde temos duas margens, mas muitos vão em busca da terceira margem citada na dissertação.
Pergunto: qual é a exigência de cada margem???? E qual margem queremos para nós????
Fica o convite para a leitura da dissertação de Luciene.


Por: Natany Avelar Silva
Em sua dissertação, a mestranda relatou os esforços da luta anti-manicomial, para isso ela se envolveu em um trabalho bastante emocionante e especial. Luciene vivenciou importantes acontecimentos junto à pacientes de uma instituição em Minas Gerais.
Ao se lembrar de alguns momentos e da importância dessa pesquisa para ela, a mestranda se emocionou.
O trabalho realizado naquela instituição chamado pelos pacientes de "escolinha", contou com produção de textos e poemas, discussão sobre músicas e todos esses textos culturais articulados com o tema gênero e sexualidade. A partir desse trabalho, a mestranda pode perceber como a influência social pode "moldar" indivíduos e pensamentos, construindo formas de preconceito. Assim, também ficou clara a importância de perceber as diversas possibilidades e não apenas a dicotomia entre o certo e o errado.
Enfim, a defesa da dissertação da mestranda Luciene, foi muito válida e enriquecedora, principalmente para nós, bolsistas do PIBID, que pudemos participar de outro espaço na academia e lidar com o tema gênero e sexualidade em um contexto diferente.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

MONÓLOGO “O CONTADOR DE HISTÓRIAS”

Por: Juliana Graziella Martins Guimarães

No dia 10 do mês de dezembro, apresentei o monólogo “O Contador de Histórias” para as turmas da disciplina de Psicologia da Educação na UFLA. 
Vestir-me de um brasileiro que é uma exceção nas estatísticas brasileiras, por quem tenho grande admiração, para apresentar a sua história é uma experiência fantástica.
Nas turmas do período da manhã, foi possível perceber a distância com relação a história de Roberto. Os alunos e alunas ali presentes não conheciam a história e sequer sabiam da existência dele. Quanto a instituição FEBEM a maioria não fazia ideia do que era e como essas instituições voltadas a ressocialização de menores não tem estrutura e incentivo para acompanha-los e reintegrá-los à sociedade. Além disso opiniões acerca de redução de maioridade penal como tentativa de redução e até mesmo solução para criminalidade se fizeram presentes.
Foi possível perceber que essas turmas estavam mais interessadas em questões atuais e presentes nas páginas policiais brasileiras, do que a real prova de superação dessas estatísticas por um brasileiro que preferiu escrever e contar sua própria história.
No turno da noite, a turma se mostrou mais interessada. Alguns conheciam a história de Roberto o que possibilitou uma conversa mais fluente e agradável. Não estavam presos às questões policiais e criminais, atendando para os detalhes da história, a desenvoltura e a maneira como o personagem resolvia seus conflitos e a importância de se permitir ser ensinado, ajudado e cuidado.