quinta-feira, 6 de novembro de 2014
terça-feira, 14 de outubro de 2014
TRANSAMÉRICA
Por: Marco Polo Amaral
Bree
Osbourne (Felicity Huffman) é uma orgulhosa transexual de Los Angeles, que
economiza o quanto pode para fazer a última operação que a transformará
definitivamente numa mulher. Um dia ela recebe um telefonema de Toby (Kevin
Zegers), um jovem preso em Nova York que está à procura do pai. Bree se dá
conta de que ele deve ter sido fruto de um relacionamento seu, quando ainda era
homem. Ela, então, vai até Nova York e o tira da prisão. Toby, a princípio,
imagina que ela seja uma missionária cristã tentando convertê-lo. Bree não
desfaz o mal-entendido, mas o convence a acompanhá-la de volta para Los
Angeles.
Fonte: Site Adoro Cinema
Trailer do filme:
Ficha técnica:
Lançamento: 14 de julho de 2006 (1h43min)
Dirigido por: Duncan Tucker
Com: Felicity Huffman, Kevin Zegers, Fionnula Flanagan mais
Gênero: Drama , Comédia
Nacionalidade: EUAREFERÊNCIA:
Site Adorocinema. Transamérica. Disponível em: <http://www.adorocinema.com/filmes/filme-108597/> Acesso em: 14 de outubro 2014.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
DIREITOS SEXUAIS SÃO DIREITOS HUMANOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
PIBID
PEDAGOGIA
Direitos sexuais são Direitos Humanos
Por: Marco Polo Amaral
Os
direitos sexuais são direitos humanos universais baseados na liberdade,
dignidade e igualdade para todos os seres humanos. Saúde sexual é o resultado
de um ambiente que reconhece, respeita e exercita estes direitos sexuais.
Durante
o XV Congresso Mundial de Sexologia, ocorrido em Hong Kong (China), entre 23 e
27 de agosto de 1999, a Assembleia Geral
da WAS – World Association for Sexology, aprovou as emendas para a Declaração
de Direitos Sexuais, decidida em Valência, no XIII Congresso Mundial de
Sexologia, em 1997.
Saúde
sexual é um direito fundamental, então saúde sexual deve ser um direito humano
básico. Para assegurarmos que os seres humanos e a sociedade desenvolva uma
sexualidade saudável, os seguintes direitos sexuais devem ser reconhecidos,
promovidos, respeitados e defendidos por todas sociedades de todas as maneiras.
DIREITOS SEXUAIS
I. O DIREITO À LIBERDADE SEXUAL – A
liberdade sexual diz respeito à possibilidade dos indivíduos em expressar seu
potencial sexual. No entanto, aqui se excluem todas as formas de coerção,
exploração e abuso em qualquer época ou situações de vida.
II. O DIREITO À AUTONOMIA SEXUAL,
INTEGRIDADE SEXUAL E À SEGURANÇA DO CORPO SEXUAL – Este direito envolve a
habilidade de uma pessoa em tomar decisões autônomas sobre a própria vida
sexual num contexto de ética pessoa e social. Também inclui o controle e prazer
de nossos corpos livres de tortura, mutilação e violência de qualquer tipo.
III. O DIREITO À PRIVACIDADE SEXUAL – O direito
às decisões individuais e aos comportamentos sobre intimidade desde que não
interfiram nos direitos sexuais dos outros.
IV. O DIREITO A LIBERDADE SEXUAL – Liberdade
de todas as formas de discriminação, independentemente do sexo, gênero,
orientação sexual, idade, raça, classe social, religião, deficiências mentais
ou físicas.
V. O DIREITO AO PRAZER SEXUAL – prazer
sexual, incluindo autoerotismo, é uma fonte de bem estar físico, psicológico,
intelectual e espiritual.
VI. O DIREITO À EXPRESSÃO SEXUAL – A expressão
é mais que um prazer erótico ou atos sexuais. Cada indivíduo tem o direito de
expressar a sexualidade através da comunicação, toques, expressão emocional e
amor.
VII. O DIREITO À LIVRE ASSOCIAÇÃO SEXUAL –
significa a possibilidade de casamento ou não, ao divórcio, e ao
estabelecimento de outros tipos de associações sexuais responsáveis.
VIII. O DIREITO ÀS ESCOLHAS REPRODUTIVAS LIVRES E
RESPONSÁVEIS – É o direito em decidir ter ou não ter filhos, o número e tempo
entre cada um, e o direito total aos métodos de regulação da fertilidade.
IX. O DIREITO À INFORMAÇÃO BASEADA NO
CONHECIMENTO CIENTÍFICO – A informação sexual deve ser gerada através de um
processo científico e ético e disseminado em formas apropriadas e a todos os
níveis sociais.
X. O DIREITO À EDUCAÇÃO SEXUAL COMPREENSIVA
– Este é um processo que dura a vida toda, desde o nascimento, pela vida afora
e deveria envolver todas as instituições sociais.
XI. O
DIREITO A SAÚDE SEXUAL – O cuidado com a saúde sexual deveria estar disponível para a prevenção e tratamento de todos os problemas sexuais, precauções e
desordens.
REFERÊNCIAS
Educação Inclusiva: Tecendo Gênero e Diversidade Sexual Nas Redes De Proteção Direitos Sexuais são Direitos Humanos. Disponível em: <http://www.ded.ufla.br/ei/18_de_maio.htm> Acesso em 30 de maio 2014
Declaração dos Direitos Sexuais. Disponível em:<http://www.dhnet.org.br/direitos/sos/gays/direitossexuais.html> Acesso em 30 de maio de 2014.
Para acessar o texto no Slideshare clique no link: Os direitos sexuais são direitos humanos.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
CRIANÇA A ALMA DO NEGÓCIO
Por: Marco Polo Amaral
O documentário "Criança, A Alma do Negócio", dirigido pela cineasta Estela Renner e produzido por Marcos Nisti, mostra que no Brasil o público infantil se tornou alvo preferencial da publicidade que atualmente vê a criança como um consumidor em potencial de marcas e produtos tendo forte influencia sobre os hábitos de consumo das famílias.
O documentário "Criança, A Alma do Negócio", dirigido pela cineasta Estela Renner e produzido por Marcos Nisti, mostra que no Brasil o público infantil se tornou alvo preferencial da publicidade que atualmente vê a criança como um consumidor em potencial de marcas e produtos tendo forte influencia sobre os hábitos de consumo das famílias.
Aborda ainda como a influencia da sociedade de consumo e das
mídias de massa impactam na formação de crianças e adolescentes, influenciando até
mesmo as relações das crianças com as brincadeiras que cada vez mais vem sendo substituídas
por visitas aos shoppings, por mídias
digitais , redes sociais e aparelhos eletrônicos.
O vídeo conta com a participação de estudiosos do
assunto como o educador e psicólogo francês naturalizado brasileiro Yves de La
Taille especializado em desenvolvimento moral, professor do Instituto de
Psicologia da Universidade de São Paulo e Clóvis de Barros Filho Doutor em
Ciência da Comunicação da escola de Comunicação e a Artes da Universidade de
São Paulo e ainda com depoimentos de pedagogo/as, psicólogos/as, educadores/as e
das próprias crianças versando sobre como a publicidade e a televisão podem e
estão influenciando o consumo.
REFERÊNCIAS
CRIANÇA, a alma do negócio.
Produção: Estela Renner e Marcos Nisti. SãoPaulo: Maria Farinha Produções,
2007. 49 min. Color. Port. Disponível em:
<https://www.youtube.com/watch?v=ur9lIf4RaZ4> Acesso em 18 de agosto
2014.
INSTITUTO ALANA. Disponível em:<http://defesa.alana.org.br/post/28846064502/crianca-a-alma-do-negocio-mostra-como-no-brasil>.
Acesso em: Acesso em 18 de agosto 2014.
sábado, 26 de julho de 2014
PRECIOSA: A SAGA DE UMA JOVEM EXCLUÍDA E VIOLENTADA SEXUALMENTE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
PIBID PEDAGOGIA
Preciosa: a saga de uma jovem excluída e violentada
sexualmente
Por: Zélia Clarinda de Assis
O
drama do filme “Preciosa” projeta a rotina de vida de uma jovem que está
grávida de seu segundo filho; ambos são frutos de violência sexual, cujo autor
da violência é seu próprio pai.
Como
uma típica garota de periferia, Preciosa sofre a situação de marginalização por
ser de uma família pobre e negra nos Estados Unidos na década de 1970. Além
disso, Preciosa é uma jovem obesa, o que lhe acarreta mais um forte estigma
social. Sonha, portanto, em ser uma garota branca e magra de cabelos lisos, mas
como tal sonho é impossível, se contentaria em pelo menos, namorar um rapaz de
pele clara, perfazendo o ideal racista de “branqueamento” muito difundido
décadas atrás.
Neste
contexto de exclusão, a família de Preciosa não poderia ser pior. Seu pai a
estupra eventualmente, trabalha o dia todo nos afazeres domésticos,
especialmente na cozinha (que aliás, admite gostar de cozinhar), além de
suportar a violência doméstica cometida por sua mãe que constantemente a
constrange com palavras de baixo calão. Interessante que Preciosa parece
suportar tudo isso com certa resignação, deixando-se iludir por devaneios de
uma vida em uma família idealizada. No filme esses devaneios são constantes
quando mostra os casos mais críticos de violência.
A
relação de Preciosa com sua mãe é intrigante. Esta é ciente do incesto do
marido para com a filha, mas nada fez para evitar essa situação. No final do
filme, revela frente à assistente social que tinha graves ciúmes de sua filha
que teria “roubado” seu “homem”. Por isso mesmo a odiava. Preciosa admite que
não conhecia outra forma de amor além daquela fornecida pelo incesto.
Neste
contexto de violência doméstica e marginalização e de uma escola que não
contemplava as diferenças, Preciosa não conseguiu grandes avanços na Educação,
de modo que, sem ler nem escrever, é orientada pela Diretora da escola que
frequenta a se matricular em uma escola alternativa, composta por alunas com
diversos problemas estruturais. Aí, nesse novo ambiente escolar, se descobre
como ser humano capaz de conscientizar-se, refletindo sobre sua própria
situação existencial, graças sobretudo, à atitude da nova professora que
fomenta a participação dos/das alunos/as em sala de aula, ouvindo seus dilemas
e aconselhando-os/as.
Ao
dar à luz seu segundo filho, Preciosa vê-se obrigada a pedir ajuda a professora
que a acolhe temporariamente em sua residência. Nesse ínterim, descobre que a
professora mantém um relacionamento homoafetivo com outra mulher, contribuindo
para destruir seus preconceitos com relação à homossexualidade.
Posteriormente
consegue vaga em um abrigo para jovens, sempre acompanhada por seu
recém-nascido que não deixa ser posto para adoção. Alega que não pretendia
perder o filho.
No
final do drama, a notícia de que o pai morrera de Aids a faz confirmar que
também está infectada com esse vírus, o que não a impede de seguir em frente em
sua trajetória de superação dos contextos de exclusão e violência.
Referência:
Preciosa: uma História de
Esperança. Dublado. Direção de Lee Daniels, Estados Unidos: 2009. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=iwuU9guf7nI Acesso em: 08 de maio de 2014.
Para acessar o texto no Slideshare clique no link: PRECIOSA: A SAGA DE UMA JOVEM EXCLUÍDA E VIOLENTADA SEXUALMENTE
sexta-feira, 25 de julho de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
sábado, 12 de julho de 2014
MINHA VIDA EM COR-DE-ROSA
Por: Marco Polo Amaral
“Ludovic
(Georges Du Fresne) vive com a sua família em um belo e tranquilo subúrbio de
Paris. Mas a pacata vida de sua família irá transformar-se quando o pequeno
Ludo revela o seu maior sonho: ele tem toda certeza de que quer ser uma garota.
Divertida e
emocionante, essa premiada e comovente história é permeada de fantasia e trata
da aceitação das diferenças com uma doçura inigualável.”
Fonte: Interfilmes
Ficha do filme:
Título no Brasil: Minha Vida em Cor-de-Rosa
Título Original: Ma vie en rose
Ano de Lançamento: 1997
País de Origem: Bélgica / França / Reino Unido
Duração: 88 minutos
Direção: Alain Berliner
Estúdio/Distribuição: Classic Line
REFERÊNCIA
Site Interfilmes. Minha vida em cor de rosa. Disponível
em: <http://www.interfilmes.com/filme_19485_Minha.Vida.em.Cor.de.Rosa-(Ma.vie.en.rose).html>
Acesso em: 12 de junho 2014sexta-feira, 11 de julho de 2014
MINICURSO ARTE E EDUCAÇÃO - MULHERES NAS ARTES
O minicurso, de caráter reflexivo, discutirá a (in)visibilidade das mulheres nas artes. As discentes do Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Federal de Lavras, sob a orientação da Professora Drª Cláudia Maria Ribeiro elegeram algumas artistas nacionais e as apresentará, com intuito de problematizar a inserção das mulheres nos mais diversos tipos de artes.
Programação
Data: 19/07/2014
Período: 08h00 às 17h00
Loca: Anfiteatro Departamento de
Educação UFLA
Carga Horária: 08 Horas
Certificado: Será conferido certificado
de participação no evento.
Vagas 35 (Limitadas)
INSCRIÇÕES: Deverão ser realizadas
através de formulário eletrônico no seguinte endereço: https://docs.google.com/forms/d/13i2YMClZMsnhs4GW0USbBp5GByYI5DuNgk9sVCda1jc/viewform?usp=send_form#start=openform
08h00 Credenciamento e Café
09h00 Profª Drª Cláudia M. Ribeiro: Artemísia
Genti-leschi - Pintora
09h40 Ana Cristina Sá: Chiquinha Gonzaga
- Musicista
10h20 Cleonice M. Silva: Julieta de
França - Escultora
11h00 Andresa Lima: Adriana Varejão -
Artista plástica
14h00 Maria Camila Lima: Djanira da
Motta e Silva - Pintora, desenhista, ilustradora e cenógrafa
14h40 Catia A. Verissimo: Nair Benedicto
- Fotógrafa
15h20 Café
15h40 Simone Torres: Ana Botafogo -
Bailarina
16h20 Rita de Cássia Batista: Mag
Magrela - Grafiteira
17h00 Encerramento.
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