terça-feira, 14 de outubro de 2014



TRANSAMÉRICA

Por: Marco Polo Amaral

Bree Osbourne (Felicity Huffman) é uma orgulhosa transexual de Los Angeles, que economiza o quanto pode para fazer a última operação que a transformará definitivamente numa mulher. Um dia ela recebe um telefonema de Toby (Kevin Zegers), um jovem preso em Nova York que está à procura do pai. Bree se dá conta de que ele deve ter sido fruto de um relacionamento seu, quando ainda era homem. Ela, então, vai até Nova York e o tira da prisão. Toby, a princípio, imagina que ela seja uma missionária cristã tentando convertê-lo. Bree não desfaz o mal-entendido, mas o convence a acompanhá-la de volta para Los Angeles.

Fonte: Site Adoro Cinema




Trailer do filme: 



Ficha técnica:
Lançamento: 14 de julho de 2006 (1h43min)
Dirigido por: Duncan Tucker
Com: Felicity Huffman, Kevin Zegers, Fionnula Flanagan mais
Gênero: Drama , Comédia
Nacionalidade: EUA

REFERÊNCIA:
Site Adorocinema. Transamérica. Disponível em: <http://www.adorocinema.com/filmes/filme-108597/> Acesso em: 14 de outubro 2014.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

DIREITOS SEXUAIS SÃO DIREITOS HUMANOS


UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
PIBID PEDAGOGIA

Direitos sexuais são Direitos Humanos

Por: Marco Polo Amaral

Os direitos sexuais são direitos humanos universais baseados na liberdade, dignidade e igualdade para todos os seres humanos. Saúde sexual é o resultado de um ambiente que reconhece, respeita e exercita estes direitos sexuais.
Durante o XV Congresso Mundial de Sexologia, ocorrido em Hong Kong (China), entre 23 e 27 de agosto de 1999, a Assembleia  Geral da WAS – World Association for Sexology, aprovou as emendas para a Declaração de Direitos Sexuais, decidida em Valência, no XIII Congresso Mundial de Sexologia, em 1997.
Saúde sexual é um direito fundamental, então saúde sexual deve ser um direito humano básico. Para assegurarmos que os seres humanos e a sociedade desenvolva uma sexualidade saudável, os seguintes direitos sexuais devem ser reconhecidos, promovidos, respeitados e defendidos por todas sociedades de todas as maneiras.

DIREITOS SEXUAIS

I. O DIREITO À LIBERDADE SEXUAL – A liberdade sexual diz respeito à possibilidade dos indivíduos em expressar seu potencial sexual. No entanto, aqui se excluem todas as formas de coerção, exploração e abuso em qualquer época ou situações de vida.
II. O DIREITO À AUTONOMIA SEXUAL, INTEGRIDADE SEXUAL E À SEGURANÇA DO CORPO SEXUAL – Este direito envolve a habilidade de uma pessoa em tomar decisões autônomas sobre a própria vida sexual num contexto de ética pessoa e social. Também inclui o controle e prazer de nossos corpos livres de tortura, mutilação e violência de qualquer tipo.
III. O DIREITO À PRIVACIDADE SEXUAL – O direito às decisões individuais e aos comportamentos sobre intimidade desde que não interfiram nos direitos sexuais dos outros.
IV. O DIREITO A LIBERDADE SEXUAL – Liberdade de todas as formas de discriminação, independentemente do sexo, gênero, orientação sexual, idade, raça, classe social, religião, deficiências mentais ou físicas.
V. O DIREITO AO PRAZER SEXUAL – prazer sexual, incluindo autoerotismo, é uma fonte de bem estar físico, psicológico, intelectual e espiritual.
VI. O DIREITO À EXPRESSÃO SEXUAL – A expressão é mais que um prazer erótico ou atos sexuais. Cada indivíduo tem o direito de expressar a sexualidade através da comunicação, toques, expressão emocional e amor.
VII. O DIREITO À LIVRE ASSOCIAÇÃO SEXUAL – significa a possibilidade de casamento ou não, ao divórcio, e ao estabelecimento de outros tipos de associações sexuais responsáveis.
VIII. O DIREITO ÀS ESCOLHAS REPRODUTIVAS LIVRES E RESPONSÁVEIS – É o direito em decidir ter ou não ter filhos, o número e tempo entre cada um, e o direito total aos métodos de regulação da fertilidade.
IX. O DIREITO À INFORMAÇÃO BASEADA NO CONHECIMENTO CIENTÍFICO – A informação sexual deve ser gerada através de um processo científico e ético e disseminado em formas apropriadas e a todos os níveis sociais.
X. O DIREITO À EDUCAÇÃO SEXUAL COMPREENSIVA – Este é um processo que dura a vida toda, desde o nascimento, pela vida afora e deveria envolver todas as instituições sociais.
XI. O DIREITO A SAÚDE SEXUAL – O cuidado com a saúde sexual deveria estar disponível para a prevenção e tratamento de todos os problemas sexuais, precauções e desordens.

REFERÊNCIAS
Educação Inclusiva: Tecendo Gênero e Diversidade Sexual Nas Redes De Proteção Direitos Sexuais são Direitos Humanos. Disponível em: <http://www.ded.ufla.br/ei/18_de_maio.htm> Acesso em 30 de maio 2014
Declaração dos Direitos Sexuais. Disponível em:<http://www.dhnet.org.br/direitos/sos/gays/direitossexuais.html> Acesso em 30 de maio de 2014.

Para acessar o texto no Slideshare clique no link: Os direitos sexuais são direitos humanos.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

CRIANÇA A ALMA DO NEGÓCIO

                                                                                                                           Por: Marco Polo Amaral

O documentário "Criança, A Alma do Negócio", dirigido pela cineasta Estela Renner e produzido por Marcos Nisti, mostra que no Brasil o público infantil se tornou alvo preferencial da publicidade que atualmente vê a criança como um consumidor em potencial de marcas e produtos tendo forte influencia sobre os hábitos de consumo das famílias. 
Aborda ainda como a influencia da sociedade de consumo e das mídias de massa impactam na formação de crianças e adolescentes, influenciando até mesmo as relações das crianças com as brincadeiras que cada vez mais vem sendo substituídas por visitas aos shoppings, por mídias digitais , redes sociais e aparelhos eletrônicos.
O vídeo conta com a participação de estudiosos do assunto como o educador e psicólogo francês naturalizado brasileiro Yves de La Taille especializado em desenvolvimento moral, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo e Clóvis de Barros Filho Doutor em Ciência da Comunicação da escola de Comunicação e a Artes da Universidade de São Paulo e ainda com depoimentos de pedagogo/as, psicólogos/as, educadores/as e das próprias crianças versando sobre como a publicidade e a televisão podem e estão influenciando o consumo.



REFERÊNCIAS
CRIANÇA, a alma do negócio. Produção: Estela Renner e Marcos Nisti. SãoPaulo: Maria Farinha Produções, 2007. 49 min. Color. Port. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=ur9lIf4RaZ4> Acesso em 18 de agosto 2014.

INSTITUTO ALANA. Disponível em:<http://defesa.alana.org.br/post/28846064502/crianca-a-alma-do-negocio-mostra-como-no-brasil>. Acesso em: Acesso em 18 de agosto 2014.


sábado, 26 de julho de 2014

PRECIOSA: A SAGA DE UMA JOVEM EXCLUÍDA E VIOLENTADA SEXUALMENTE


UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
PIBID PEDAGOGIA

Preciosa: a saga de uma jovem excluída e violentada sexualmente

Por: Zélia Clarinda de Assis

O drama do filme “Preciosa” projeta a rotina de vida de uma jovem que está grávida de seu segundo filho; ambos são frutos de violência sexual, cujo autor da violência é seu próprio pai.
Como uma típica garota de periferia, Preciosa sofre a situação de marginalização por ser de uma família pobre e negra nos Estados Unidos na década de 1970. Além disso, Preciosa é uma jovem obesa, o que lhe acarreta mais um forte estigma social. Sonha, portanto, em ser uma garota branca e magra de cabelos lisos, mas como tal sonho é impossível, se contentaria em pelo menos, namorar um rapaz de pele clara, perfazendo o ideal racista de “branqueamento” muito difundido décadas atrás.
Neste contexto de exclusão, a família de Preciosa não poderia ser pior. Seu pai a estupra eventualmente, trabalha o dia todo nos afazeres domésticos, especialmente na cozinha (que aliás, admite gostar de cozinhar), além de suportar a violência doméstica cometida por sua mãe que constantemente a constrange com palavras de baixo calão. Interessante que Preciosa parece suportar tudo isso com certa resignação, deixando-se iludir por devaneios de uma vida em uma família idealizada. No filme esses devaneios são constantes quando mostra os casos mais críticos de violência.
A relação de Preciosa com sua mãe é intrigante. Esta é ciente do incesto do marido para com a filha, mas nada fez para evitar essa situação. No final do filme, revela frente à assistente social que tinha graves ciúmes de sua filha que teria “roubado” seu “homem”. Por isso mesmo a odiava. Preciosa admite que não conhecia outra forma de amor além daquela fornecida pelo incesto.
Neste contexto de violência doméstica e marginalização e de uma escola que não contemplava as diferenças, Preciosa não conseguiu grandes avanços na Educação, de modo que, sem ler nem escrever, é orientada pela Diretora da escola que frequenta a se matricular em uma escola alternativa, composta por alunas com diversos problemas estruturais. Aí, nesse novo ambiente escolar, se descobre como ser humano capaz de conscientizar-se, refletindo sobre sua própria situação existencial, graças sobretudo, à atitude da nova professora que fomenta a participação dos/das alunos/as em sala de aula, ouvindo seus dilemas e aconselhando-os/as.
Ao dar à luz seu segundo filho, Preciosa vê-se obrigada a pedir ajuda a professora que a acolhe temporariamente em sua residência. Nesse ínterim, descobre que a professora mantém um relacionamento homoafetivo com outra mulher, contribuindo para destruir seus preconceitos com relação à homossexualidade.
Posteriormente consegue vaga em um abrigo para jovens, sempre acompanhada por seu recém-nascido que não deixa ser posto para adoção. Alega que não pretendia perder o filho.
No final do drama, a notícia de que o pai morrera de Aids a faz confirmar que também está infectada com esse vírus, o que não a impede de seguir em frente em sua trajetória de superação dos contextos de exclusão e violência.


Referência:
Preciosa: uma História de Esperança. Dublado. Direção de Lee Daniels, Estados Unidos: 2009. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=iwuU9guf7nI   Acesso em: 08 de maio de 2014.

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sábado, 12 de julho de 2014



MINHA VIDA EM COR-DE-ROSA

                                                                                                                           Por: Marco Polo Amaral

“Ludovic (Georges Du Fresne) vive com a sua família em um belo e tranquilo subúrbio de Paris. Mas a pacata vida de sua família irá transformar-se quando o pequeno Ludo revela o seu maior sonho: ele tem toda certeza de que quer ser uma garota.
Divertida e emocionante, essa premiada e comovente história é permeada de fantasia e trata da aceitação das diferenças com uma doçura inigualável.”
Fonte: Interfilmes






Trailer


Ficha do filme:
Título no Brasil: Minha Vida em Cor-de-Rosa
Título Original: Ma vie en rose
Ano de Lançamento: 1997
País de Origem: Bélgica / França / Reino Unido
Duração: 88 minutos
Direção: Alain Berliner
Estúdio/Distribuição: Classic Line

REFERÊNCIA
Site Interfilmes. Minha vida em cor de rosa. Disponível em: <http://www.interfilmes.com/filme_19485_Minha.Vida.em.Cor.de.Rosa-(Ma.vie.en.rose).html> Acesso em: 12 de junho 2014



sexta-feira, 11 de julho de 2014

MINICURSO ARTE E EDUCAÇÃO - MULHERES NAS ARTES


O minicurso, de caráter reflexivo, discutirá a (in)visibilidade das mulheres nas artes. As discentes do Programa de Pós Graduação em Educação da Universidade Federal de Lavras, sob a orientação da Professora Drª Cláudia Maria Ribeiro elegeram algumas artistas nacionais e as apresentará, com intuito de problematizar a inserção das mulheres nos mais diversos tipos de artes.

Programação
Data: 19/07/2014
Período: 08h00 às 17h00
Loca: Anfiteatro Departamento de Educação UFLA
Carga Horária: 08 Horas
Certificado: Será conferido certificado de participação no evento.
Vagas 35 (Limitadas)

INSCRIÇÕES: Deverão ser realizadas através de formulário eletrônico no seguinte endereço: https://docs.google.com/forms/d/13i2YMClZMsnhs4GW0USbBp5GByYI5DuNgk9sVCda1jc/viewform?usp=send_form#start=openform

08h00 Credenciamento e Café
09h00 Profª Drª Cláudia M. Ribeiro: Artemísia Genti-leschi - Pintora
09h40 Ana Cristina Sá: Chiquinha Gonzaga - Musicista
10h20 Cleonice M. Silva: Julieta de França - Escultora
11h00 Andresa Lima: Adriana Varejão - Artista plástica
14h00 Maria Camila Lima: Djanira da Motta e Silva - Pintora, desenhista, ilustradora e cenógrafa
14h40 Catia A. Verissimo: Nair Benedicto - Fotógrafa
15h20 Café
15h40 Simone Torres: Ana Botafogo - Bailarina
16h20 Rita de Cássia Batista: Mag Magrela - Grafiteira
17h00 Encerramento.


LINKS ÚTEIS

                                                Departamento de Educação - UFLA


 Projeto Tecendo Gênero e Diversidade Sexual nos Currículos da Educação Infantil                                                Projeto Educação Inclusiva: Tecendo Gênero e Diversidade Sexual nas Redes de Proteção


 Fórum Sul Mineiro de Educação Infantil                                                Grupo de Trabalho (GT 23) "Gênero, Sexualidade e Educação"