segunda-feira, 16 de novembro de 2015
sábado, 14 de novembro de 2015
FÓRUM SUL MINEIRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL: PARTICIPAÇÃO SOCIAL DESDE 1999
O Fórum Sul Mineiro de Educação Infantil
é um espaço suprapartidário articulado por diversas instituições, órgãos e
entidades comprometidas com a expansão e melhoria da Educação Infantil no Sul
de Minas Gerais.
Tem como objetivo principal a criação de
uma instância de discussão, mobilização e divulgação das políticas para a
Educação Infantil tem caráter mobilizador, informativo e propositivo,
garantindo o amplo e permanente debate democrático de ideias.
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
LÚDICO, GÊNERO E SEXUALIDADE: A EXPERIÊNCIA DO PIBID PEDAGOGIA DA UFLA
"Lúdico, gênero
e sexualidade: a experiência do Pibid Pedagogia da Ufla”, vídeo apresentado no
VII Congresso Paulista de Educação Infantil e III Simpósio Internacional de
Educação Infantil, 4 a 7 de novembro de 2015 na UFSCar – São Carlos/ SP, pelas
integrantes do Pibid Pedagogia Ufla Juliana Graziella Martins Guimarães e
Priscila Natalícia Bernardo.
O vídeo aborda e
problematiza as questões de gênero e sexualidade presentes nas atividades
lúdicas trabalhadas e observadas nas oficinas do Pibid realizadas em um CMEI da
cidade de Lavras – MG.
sábado, 7 de novembro de 2015
SUGESTÕES DE LEITURAS PARA O TRABALHO COM AS QUESTÕES DE GÊNERO, DIVERSIDADE SEXUAL, DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS E VIOLÊNCIAS SEXUAIS CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES
A literatura voltada para
a criança e adolescentes deve ter uma linguagem adequada para atender a este
público, fazendo com que estimule o prazer em ler, proporcionando ainda o enriquecimento
de seus conhecimentos e a capacidade de fazerem as suas própria leituras de
mundo, servindo também como puro deleite, entretenimento e prazer,
promovendo ainda a imaginação e a abstração.
Assim sendo não deve ser
algo simplista, que não tenha significado nenhum para o/a leitor/a subestimando
sua capacidade intelectual, deve se afastar ainda do tom moralizador, pois
desta forma poderá causar desprezo e repulsa da criança ou adolescente pela
leitura da obra, enquanto o real objetivo da leitura deve ser de agradar ao
mais variados gostos e capacidades intelectuais das crianças e adolescentes.
Assim sendo a/a educador/a
pode e deve abordar e problematizar através de leituras, com conteúdos e assuntos
adequados as questões de gênero, diversidade sexual, direitos
sexuais e reprodutivos e violências sexuais contra crianças e adolescentes,
para isso seguem algumas sugestões de leituras que podem ser utilizadas em sala na abordagem e trabalho com essas temáticas.
Referência
OLIVEIRA, Ana Arlina
de; SPINDOLA, Arilma de Almeida. Linguagem
na Educação Infantil III. Literatura Infantil. Cuiabá: Edufmt, 2008.
Para ver mais clique no link abaixo.
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: Reflexões sobre o GDE – Carolina Faria Alvarenga; Cláudia Maria Ribeiro; Celso Vallin (Organização)
Chuvas...
nuvens... bolas de sabão... espumas – a água reveste-se de formas indefinidas. Relacionar,
portanto, essa indefinição com gênero e sexualidades não é difícil; masculinidades
e feminilidades e as infinitas formas de se ter prazer navegam pela negação de rótulos,
de fixidez, de normatização, de normalização, de serialização, de classificação
embora, contraditoriamente, os muitos discursos insistem em mantê-los. A
proposta é encharcar-se da simbologia das espumas inspirando-se no quadro de
Alyssa Monks.
O
banho dessas crianças desafia pensar na articulação de imaginário, gênero e
sexualidade: o imaginário é como a água que se infiltra nas estruturas mais compactas
e rígidas – sociais, políticas, econômicas, culturais, históricas, pedagógicas
–deixando sua marca, que pode ser da mais discreta às mais penetrantes.
Essa
é a provocação para que na Educação para a Sexualidades e Gênero borbulhe leveza
e profundidade; ética e estética! Imprimir o imaginário nas letras das
sexualidades e das relações de gênero faz-nos inventariar seus recursos e, a partir
deles, debater, pensar, admirar, indignar, gozar com as possibilidades de
construir novas formas de ser em grupo mais respeitosas às diferenças – com ludicidade!
Como um banho com espumas de sabão! Esse tem sido o desafio para o GDE!
Cláudia Maria Ribeiro
COMO EXPLICAR A UMA CRIANÇA QUAIS AS PARTES DO CORPO QUE NÃO DEVEM SER TOCADAS POR OUTRAS PESSOAS?
A regra “Aqui ninguém toca” foi criada pelo
Conselho da Europa para ajudar os pais e os educadores a falar sobre o abuso
sexual de crianças e pode ser uma ferramenta muito eficaz para prevenir este
tipo de crime.
Trata-se de um guia simples de ajuda aos pais na
explicação a dar aos seus filhos sobre as partes do corpo que não devem ser
tocadas por outras pessoas, como reagir se isso acontecer e onde procurar
ajuda.
Mas em que consiste a regra do “Aqui ninguém toca”?
Mas em que consiste a regra do “Aqui ninguém toca”?
É simples: uma criança não se deve deixar tocar
nas partes do corpo normalmente cobertas pela roupa interior
assim como não o deve fazer aos outros.
As crianças são as donas do seu corpo e existem segredos bons e maus, assim como contatos físicos bons e maus.
As crianças são as donas do seu corpo e existem segredos bons e maus, assim como contatos físicos bons e maus.
ENSINE
AS REGRAS “AQUI MINGUEM TOCA” AOS SEUS FILHOS.
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simples que "Aqui ninguém toca". Clique na imagem!
Para mais informações, consulte o site: ENSINE AS REGRAS “AQUI NINGUÉM TOCA” AOS SEUS FILHOS.
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