quinta-feira, 19 de novembro de 2015

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PEQUENAS FLORES VERMELHAS

“Pequenas flores vermelhas (Kan shang qu hen mei, 2066) conta a história de Fang Qiang (Dong Bowen), um garoto de 4 anos que é matriculado em um colégio interno porque seu pai não tem tempo para ficar com o garoto. O local é uma enorme mansão utilizada como um tradicional complexo. Dezenas de crianças estudam lá. A escola é coordenada pela reitora Kong (Chen Li), que tem em sua equipe a professora extremamente disciplinadora Sra. Li, a jovem e bondosa Sra. Tang (Li Xiaofeng) e mais duas assistentes.
O título do filme se refere ao sistema de avaliação criado pelas educadoras para pontuar as crianças conforme seu comportamento durante as atividades. No início, Qiang tenta conseguir as florzinhas. Mas logo desiste. Ele é um menino rebelde que não aceita cumprir ordens. Ele não dorme na hora que deve dormir. Não vai o banheiro na hora permitida. Suas brincadeiras são sempre para irritar os coleguinhas. Sua desobediência acaba atraindo a antipatia da Sra. Li. Sua punição é ficar trancado numa espécie de quarto escuro que lhe provoca ainda mais traumas.
Zhang Yuan provoca uma reflexão sobre a individualidade. A importância de mantermos nossos valores individuais, mesmo em sociedade. Mas toda essa metáfora só funciona graças às atuações das crianças.
As interpretações impressionam pelo grau de realismo. Principalmente de Qiang. Suas expressões são incrivelmente verdadeiras. Em uma sequência ele mistura riso e choro, em uma cena de dar inveja a muito ator veterano. Tudo isso embalado pela emocionante música do compositor italiano Carlo Crivelli.”
Fonte: Mário "Fanaticc" Abbade. Site OMELETE.

 Trailer do Filme, legendas em inglês 

Para assistir o trailer com legendas em português clique no link: 

Lançamento: 2007 (1h32min)
Direção: Zhang Yuan
Com: Dong Bowen, Ning Yuanyuan, Chen Manyuan
Gênero: Comédia , Drama
Nacionalidade: Itália , China



Referências
ABBADE Mário "Fanaticc". Site OMELETE. Disponível em:
< http://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/pequenas-flores-vermelhas/#!key=24383> Acesso em 16 de novembro 2015.
 Site ADOROCINEMA. Pequenas Flores Vermelhas. Disponível em:< http://www.adorocinema.com/filmes/filme-112251/> Acesso em 16 de novembro 2015.

Site SAPOMAG. Pequenas flores vermelhas - Trailer legendado em português. Disponível em: <http://mag.sapo.pt/cinema/filmes/pequenas-flores-vermelhas> Acesso em 16 de novembro 2015.
 


sábado, 14 de novembro de 2015

FÓRUM SUL MINEIRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL: PARTICIPAÇÃO SOCIAL DESDE 1999

O Fórum Sul Mineiro de Educação Infantil é um espaço suprapartidário articulado por diversas instituições, órgãos e entidades comprometidas com a expansão e melhoria da Educação Infantil no Sul de Minas Gerais.
Tem como objetivo principal a criação de uma instância de discussão, mobilização e divulgação das políticas para a Educação Infantil tem caráter mobilizador, informativo e propositivo, garantindo o amplo e permanente debate democrático de ideias.


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

LÚDICO, GÊNERO E SEXUALIDADE: A EXPERIÊNCIA DO PIBID PEDAGOGIA DA UFLA

"Lúdico, gênero e sexualidade: a experiência do Pibid Pedagogia da Ufla”, vídeo apresentado no VII Congresso Paulista de Educação Infantil e III Simpósio Internacional de Educação Infantil, 4 a 7 de novembro de 2015 na UFSCar – São Carlos/ SP, pelas integrantes do Pibid Pedagogia Ufla Juliana Graziella Martins Guimarães e Priscila Natalícia Bernardo.
O vídeo aborda e problematiza as questões de gênero e sexualidade presentes nas atividades lúdicas trabalhadas e observadas nas oficinas do Pibid realizadas em um CMEI da cidade de Lavras – MG.




sábado, 7 de novembro de 2015

SUGESTÕES DE LEITURAS PARA O TRABALHO COM AS QUESTÕES DE GÊNERO, DIVERSIDADE SEXUAL, DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS E VIOLÊNCIAS SEXUAIS CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES

A literatura voltada para a criança e adolescentes deve ter uma linguagem adequada para atender a este público, fazendo com que estimule o prazer em ler, proporcionando ainda o enriquecimento de seus conhecimentos e a capacidade de fazerem as suas própria leituras de mundo, servindo também como puro deleite, entretenimento e prazer, promovendo ainda a  imaginação e a abstração.  
Assim sendo não deve ser algo simplista, que não tenha significado nenhum para o/a leitor/a subestimando sua capacidade intelectual, deve se afastar ainda do tom moralizador, pois desta forma poderá causar desprezo e repulsa da criança ou adolescente pela leitura da obra, enquanto o real objetivo da leitura deve ser de agradar ao mais variados gostos e capacidades intelectuais das crianças e adolescentes.
Assim sendo a/a educador/a pode e deve abordar e problematizar através de leituras, com conteúdos e assuntos adequados as questões de gênero, diversidade sexual, direitos sexuais e reprodutivos e violências sexuais contra crianças e adolescentes, para isso seguem algumas sugestões de leituras que podem ser utilizadas em sala na abordagem e trabalho com essas temáticas.

Referência
OLIVEIRA, Ana Arlina de; SPINDOLA, Arilma de Almeida. Linguagem na Educação Infantil III. Literatura Infantil. Cuiabá: Edufmt, 2008. 

     











Para ver mais clique no link abaixo.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: Reflexões sobre o GDE – Carolina Faria Alvarenga; Cláudia Maria Ribeiro; Celso Vallin (Organização)

http://pt.slideshare.net/pibidpedagogiaufla/educao-e-diversidade-reflexes-sobre-o-gde-carolina-faria-alvarenga-cludia-maria-ribeiro-celso-vallin-organizao
Chuvas... nuvens... bolas de sabão... espumas – a água reveste-se de formas indefinidas. Relacionar, portanto, essa indefinição com gênero e sexualidades não é difícil; masculinidades e feminilidades e as infinitas formas de se ter prazer navegam pela negação de rótulos, de fixidez, de normatização, de normalização, de serialização, de classificação embora, contraditoriamente, os muitos discursos insistem em mantê-los. A proposta é encharcar-se da simbologia das espumas inspirando-se no quadro de Alyssa Monks.
O banho dessas crianças desafia pensar na articulação de imaginário, gênero e sexualidade: o imaginário é como a água que se infiltra nas estruturas mais compactas e rígidas – sociais, políticas, econômicas, culturais, históricas, pedagógicas –deixando sua marca, que pode ser da mais discreta às mais penetrantes.
Essa é a provocação para que na Educação para a Sexualidades e Gênero borbulhe leveza e profundidade; ética e estética! Imprimir o imaginário nas letras das sexualidades e das relações de gênero faz-nos inventariar seus recursos e, a partir deles, debater, pensar, admirar, indignar, gozar com as possibilidades de construir novas formas de ser em grupo mais respeitosas às diferenças – com ludicidade! Como um banho com espumas de sabão! Esse tem sido o desafio para o GDE!
Cláudia Maria Ribeiro