quinta-feira, 5 de março de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
O SORRISO DA MONA LISA
Katharine
Watson (Julia Roberts) é uma recém-graduada professora que consegue emprego no
conceituado colégio Wellesley, para lecionar aulas de História da Arte.
Incomodada com o conservadorismo da sociedade e do próprio colégio em que
trabalha, Katharine decide lutar contra estas normas e acaba inspirando suas
alunas a enfrentarem os desafios da vida.
Watson inspira as alunas a
considerar as possibilidades do que poderiam ser e lutarem por um futuro melhor
com a possibilidade de escolherem uma carreira profissional e não se prepararem
somente para o casamento, indo contra a visão dos estereótipos machistas da
época onde as mulheres deveriam ser educadas para serem mães, esposas e donas
de casa com total submissão ao marido dedicação ao lar e aos filhos onde o
sucesso das mulheres era medido por conseguirem um bom casamento.
Com: Julia Roberts, Kirsten Dunst, Julia Stiles mais
Lançamento: 23 de
janeiro de 2004 (2h5min)
Dirigido por: Mike
Newell
Gênero: Comédia dramática , Romance
Nacionalidade: EUA
Distribuidor: Columbia
Pictures do Brasil
Ano de produção: 2002Trailer do filme
Referência:
Site Adoro Cinema. Disponível em: < http://www.adorocinema.com/filmes/filme-40141/>
Acesso em 25 de fevereiro de 2015.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
PROGRAMA RODA DE CONVERSA DISCUTE A EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS COM A PARTICIPAÇÃO DA PROFESSORA CLÁUDIA MARIA RIBEIRO
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Professora Cláudia Ribeiro, durante entrevista no programa Roda de Conversa |
Como abordar a sexualidade nas diversas
etapas da educação? Quando a escola deve começar a trabalhar o tema? Existem
assuntos e abordagens prioritárias? Estes e outros questionamentos estiveram em
debate no programa ‘Roda de Conversa’, veiculado no dia 10 de janeiro de 2015,
na Rede Minas. Para debater a temática da sexualidade, o programa contou com a
participação da professora da Universidade Federal de Lavras, Cláudia Maria
Ribeiro; a educadora sexual e diretora do Instituto Kaplan, em São Paulo, Maria
Helena Vilela; e a presidente da Associação Mineira da Adolescência, Eliana
Olímpio.
A falta de preparo da escola para
discutir a sexualidade com os alunos é um dos problemas apontados no programa.
Para a professora Cláudia Maria Ribeiro, muitas vezes, o que falta é o preparo
dos educadores para as discussões do tema. Segundo ela, essa preparação deve
começa na formação dos profissionais. “Um processo de formação inicial nas
graduações e, fundamentalmente, nas licenciaturas, mas também na formação
continuada de educadores e educadoras que vão discutir e vão saber o porquê de
estar trabalhando com esse tema, desse jeito, com uma metodologia específica”,
avalia a professora.
O programa ‘Roda de Conversa’ é uma
iniciativa da Secretaria de Estado de Educação idealizado pela Magistra –
Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores de Minas Gerais
e em parceria com a Assessoria de Comunicação Social.
Fonte: ASCON - UFLA (Assessoria de Comunicação
– UFLA). Publicado por Cibele Aguiar em 26 de janeiro de
2015.
Disponível em: <http://www.ufla.br/ascom/2015/01/26/ufla-na-midia-roda-de-conversa-entrevistou-professora-da-ufla-sobre-educacao-sexual/> Acesso em: 01 de fevereiro de 2015.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
VÍDEOS COM O MATERIAL PRODUZIDO PELAS ALUNAS E ALUNOS DO 6º AO 9º ANOS DA E.E. DORA MATARAZZO NAS OFICINAS "ERA UMA VEZ OUTRA MARIA"
6º ANO B
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7º ANO
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8º ANO
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9º ANO
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terça-feira, 13 de janeiro de 2015
“TRANCA A PORTA! NÃO DEIXA ELAS SAÍREM” – UM CONTEXTO PARA EMERGIR AS EXPRESSÕES DAS CRIANÇAS SOBRE GÊNERO E SEXUALIDADE
Artigo publicado na revista online
Textura da ULBRA – Universidade Luterana do Brasil, (v. 16, n.32 (2014)) pela
Prof.ª Dra. Cláudia Maria Ribeiro e Prof.ª Ma. Carolina Faria Alvarenga do
DED-UFLA, relatando as atividades, experiências, inquietações, construções,
desconstruções e reconstruções das coordenadoras, supervisoras e bolsistas do
PIBID Pedagogia da UFLA, no trabalho com as temáticas das sexualidades e das
relações de gênero com crianças de 1º a 4º anos de uma escola municipal do
município de Lavras-MG, tendo como foco a fala das crianças sobre sexualidade e
relações de gênero identificadas nos diversos momentos das oficinas realizadas
com as crianças.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
REUNIÃO NA ESCOLA MUNICIPAL UMBELINA AZEVEDO AVELLAR - 4/12/2014
Giane Maria Costa Pereira
Natany Avelar Silva
A reunião foi um sucesso! Iniciou com a palavra da diretora, sobre a
importância do trabalho dos professores e a apresentação Profa. Cláudia.
Em seguida, a Profa. Cláudia falou sobre o trabalho com gênero e
sexualidade, expressou-se muito bem e envolveu os ouvintes com os depoimentos.
Natany e Giane falaram sobre as atividades do PIBID. A Giane iniciou
contando sua experiência e as oficinas realizadas do 6º ao 9º ano e Natany relatou as atividades realizadas como
1º ano destacando os novos olhares que o tema
propicia e as inúmeras formas de desenvolvê-lo em sala de aula.
Após os depoimentos a Profa. Cláudia mostrou o livro "Tecendo"
e perguntou quem já conhecia e alguns professores disseram conhecer.
Enfatizamos que a leitura do livro é prazerosa e os professores aceitaram o
convite para a leitura e confecção de uma síntese em grupo recebendo um certificado
de 40 horas, ao final do capacitação.
Finalizamos a reunião debaixo de uma chuva tremenda, o que
impossibilitou nossa saída de imediato e ficamos em um leve bate-papo, onde a
Cláudia e a Tatinha fizeram relatos maravilhosos, seguidos por falas interessantíssimas
de experiências pessoais de alguns professores.
TRAVESSIAS EM EDUCAÇÃO E SAÚDE: EXPERIÊNCIAS EM GÊNERO E SEXUALIDADES – Dissertação de mestrado da discente do PPGE Luciene Aparecida Silva
Por:
Melissa Cristiane Pereira
A mestranda Luciene
apresentou sua dissertação ao Programa de Pós-graduação em educação do
Departamento de Educação da UFLA. A discente do PPGE, sob a orientação da
Profa. Dra. Cláudia Maria Ribeiro problematizou experiências vividas em uma
instituição manicomial do interior de Minas Gerais focando nos processos
educativos dessa instituição. Apresenta as oficinas terapêuticas como os
referidos processos educativos e como experiências e que tais processos nos
tocam e provocam mudanças.
As narrativas de sua dissertação
discutem as oficinas de músicas, desenhos, poemas, poesias realizadas. Estas
eram vistas pelos “usuários” como espaço de liberdade onde os textos
evidenciavam o gosto pelas poesias e admiração pela escola e pela educação.
Foram desenvolvidas também peças de teatro como O Alienista e o Casamento do
Jeca. Os processos educativos contemplaram também a produção de: Blog de
parede, Oficinas, Livro a partir de poemas desencadeados com a leitura da obra
de Cora Coralina, Cd contendo as músicas que marcaram a vida desses usuários. Essas
narrativas viraram poemas que contavam suas histórias, pelos rótulos, pela
discriminação pois as palavras do louco não são, muitas vezes, ouvidas.
Destaco do trabalho da
Luciene trechos que chamaram minha atenção como:
- Pensar gênero junto com a loucura;
- Ser diferente não significa capacidade de exclusão;
- Há uma possibilidade no poder na capacidade de se produzir sujeitos;
- Como encaramos as diferenças hoje e como estamos excluindo os loucos de hoje?
- Oficinas gêneros sexualidades e liberdade;
- Racismo de estado - inimigos de estado;
- Que padronização das sexualidades são estas hetero é normal e homo é anormal;
- Convite para analisar os dispositivos – E que o dispositivo é um conjunto heterogêneo;
- Escolinha como uma escola diferente (os usuários viam aquele momento como um momento de estar na escola e de ser uma escola diferente, pois eles desejavam estar na escola e não tiveram a oportunidade);
- Foucault produz o conceito de espaços heterotópicos;
- Heterotopia;
- Discussão como ser mulher (A mulher é vista como uma super heroína onde precisa dar conta de ser mãe, trabalhar, lavar, passar, cozinhar, etc);
Além de emocionante foi muito
gratificante fazer parte da defesa da Luciene; valeu como experiência e
aprendizado; percebi que um trabalho do porte do dela foi feito a muitas mãos e
que nós como alunos e alunas não estamos sozinhos.
Duas coisas eu levo desta experiência:
Que precisamos muitas vezes desaprender
para aprender e que estamos numa travessia onde temos duas margens, mas muitos
vão em busca da terceira margem citada na dissertação.
Pergunto: qual é a exigência de cada
margem???? E qual margem queremos para nós????
Fica o convite para a leitura da
dissertação de Luciene.
Por: Natany Avelar Silva
Em sua dissertação, a
mestranda relatou os esforços da luta anti-manicomial, para isso ela se
envolveu em um trabalho bastante emocionante e especial. Luciene vivenciou
importantes acontecimentos junto à pacientes de uma instituição em Minas
Gerais.
Ao se lembrar de alguns
momentos e da importância dessa pesquisa para ela, a mestranda se emocionou.
O trabalho realizado
naquela instituição chamado pelos pacientes de "escolinha", contou
com produção de textos e poemas, discussão sobre músicas e todos esses textos
culturais articulados com o tema gênero e sexualidade. A partir desse trabalho,
a mestranda pode perceber como a influência social pode "moldar"
indivíduos e pensamentos, construindo formas de preconceito. Assim, também
ficou clara a importância de perceber as diversas possibilidades e não apenas a
dicotomia entre o certo e o errado.
Enfim, a defesa da
dissertação da mestranda Luciene, foi muito válida e enriquecedora,
principalmente para nós, bolsistas do PIBID, que pudemos participar de outro
espaço na academia e lidar com o tema gênero e sexualidade em um contexto
diferente.
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